Postado em 14/01/2022

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Volta às aulas 2022 – Prepare-se para o novo ano letivo!

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Após um período conturbado causado pela disseminação mundial do vírus SARS-CoV-2, responsável pela Covid-19, alunos, pais e profissionais da educação organizam-se para um novo começo. Com todos os empecilhos enfrentados ao longo de quase dois anos, a expectativa é grande para a volta às aulas em 2022. 

Em meados de março de 2020, com o anúncio da pandemia, escolas públicas e privadas do Brasil todo se viram diante de um grande desafio: como garantir o ensino com os estudantes isolados em casa? 

Coube aos professores a missão de criarem estratégias para continuar ministrando as aulas. A alternativa encontrada foi explorar os recursos tecnológicos para levar o conhecimento até os alunos. Poder contar com tais ferramentas ajudou, mas não foi fácil. 

O ensino remoto exigiu muito jogo de cintura e paciência. Isso porque nem sempre a câmera do computador ou celular oferecia a melhor imagem. O aplicativo de teleconferência dependia de uma boa conexão wi-fi para que a informação chegasse sem travamentos.  

E o microfone? Quantas vezes alguém o esqueceu ligado, causando ruídos indesejados durante a explanação de um assunto? E não para por aí. Além das dificuldades técnicas, os esforços eram grandes para manter crianças e adolescentes motivados e focados diante de uma tela.

Com tantos obstáculos, o desgaste dos envolvidos – alunos, professores e pais – foi inevitável. Assim, aumentou a ansiedade pela contenção do vírus e o retorno das aulas presenciais, ação que já teve início – de forma gradual – em 2021, respeitando os protocolos de segurança. 

Agora, o que se pode esperar do ano letivo de 2022?

Como serão as aulas em 2022?

Os governos estaduais já anunciaram o retorno das aulas no mês de fevereiro de 2022. Em São Paulo, por exemplo, definiu-se a volta às aulas no dia 2 e o término em 23 de dezembro. A previsão é de que os recessos ocorram nos meses de abril e outubro enquanto as férias aconteçam em julho e janeiro. O calendário é válido para as 5.400 escolas da rede que atendem cerca de 3,5 milhões de alunos.

Ainda no segundo semestre de 2021, iniciou-se a retomada das aulas presenciais. A princípio, apostou-se no revezamento e o distanciamento mínimo de 1 metro. Todavia, com o avanço da vacinação no país, houve a anulação das medidas, mantendo apenas o uso obrigatório de máscaras. 

Sobre o próximo ano, as escolas preparam-se para amenizar os impactos da pandemia sobre o ensino: será necessário resgatar os alunos que se afastaram desmotivados pelo formato online e recuperar o nível de aprendizado. 

De acordo com a pesquisa “Resposta Educacional à Pandemia de Covid-19 no Brasil”, realizada por meio do Sistema Educacenso, em 2020, apenas 53% das escolas públicas conseguiram cumprir o calendário original de aulas. No caso das instituições particulares, a porcentagem foi de 70%.

Sobre a absorção do conhecimento, conforme estudo divulgado pelo estado de São Paulo, em 2019, a nota média dos alunos do 5º ano do ensino fundamental em língua portuguesa no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) era de 223 pontos. Agora, é de 194, equiparando-se à média de 2011. 

Em matemática, somava-se cerca de 243 pontos. Contudo, a pesquisa mostrou que esse número reduziu para 196, resultado de mais de 10 anos atrás. Já no 3º ano do ensino médio, houve uma queda de 11 pontos em português e 18 em matemática. Tem-se, então, o grande desafio de reverter esse retrocesso.

Aula presencial em 2022

Ainda conforme o Censo Escolar, levando em consideração instituições públicas e privadas, no ano passado, foram, aproximadamente, 287 dias de suspensão das aulas presenciais em razão da pandemia da Covid-19. Em meados de 2021, porém, o cenário começou a mudar graças a ação efetiva das vacinas. 

Sendo assim, a volta às aulas em 2022 irá ocorrer no formato presencial em diversos estados. Há grande expectativa quanto ao regresso de um número maior de alunos já que, em um primeiro momento, a insegurança fez com que muitos estudantes adiassem o retorno.

As escolas particulares, a título de exemplo, já registram um número maior de matrículas. É um recomeço repleto de esperança. Além de comprometer o aprendizado, o isolamento mexeu com o emocional dos estudantes. Agora é hora de restabelecer o convívio social, estimular a busca por conhecimento e, assim, semear novos sonhos.

Entretanto, vale ressaltar que em alguns estados, por ora, o sistema híbrido será mantido. Entre eles estão Acre, Amapá, Amazonas, Paraíba, Roraima, Rio Grande do Norte e Tocantins. Segundo as autoridades, os dados epidemiológicos ainda serão avaliados para a liberação do retorno de todos os alunos ao mesmo tempo. Enquanto isso, os estudantes alternarão entre o ensino online e presencial.

Para acompanhar as medidas oficiais, acesse o site da Secretaria de Educação de cada estado. Selecionamos alguns links para auxiliar na atualização das informações:

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Material escolar para a volta às aulas

Com as datas definidas, os pais já se programam para garantir os itens solicitados pelas escolas para o desenvolvimento das atividades ao longo do ano. No entanto, antes de partir para as compras, é importante pesquisar. Afinal, a lista costuma ser extensa e impacta de maneira relevante no orçamento da família.

E quando se tem mais de um filho em idade escolar, os valores ainda multiplicam-se. E não tem como fugir. É um gasto essencial para garantir a educação dos pequenos e adolescentes. Entretanto, dá para criar estratégias para economizar ou diluir o investimento no decorrer dos meses.

Uma forma eficiente de reduzir os custos é avaliar o que se utilizou no ano anterior e está em boas condições. É o caso de lapiseiras, fichários, apontador, tesouras, réguas, mochilas e lancheiras, por exemplo. Caso tenha filhos com idades próximas, verifique a possibilidade do mais novo aproveitar algum material do mais velho.

Outra ideia, caso a situação esteja apertada, é não comprar tudo de uma única vez. A dica é conversar com os professores e perguntar quais materiais serão utilizados logo nos primeiros meses. Desse modo, dá para focar nos principais e comprar o restante de forma fracionada, aliviando o bolso. 

No caso de livros, uma opção bem mais em conta é buscar os títulos em sebos. Só é preciso se atentar ao estado de conservação (páginas íntegras, poucos ou nenhum rabisco) e se é uma versão atualizada. Edições antigas têm custo baixo, mas exigirão que um novo exemplar seja adquirido em pouco tempo. 

É comum os pais levarem os pequenos às compras para que possam participar da escolha dos materiais. Todavia, não se pode esquecer que as crianças são muito atraídas pelo visual do produto e nem sempre beleza é sinônimo de qualidade e bom preço. 

Itens do material escolar

Ao receber a lista da volta às aulas, observe o que é solicitado. É proibido por lei pedir materiais de uso coletivo como papel higiênico, sabonete, álcool, cartucho de impressora e produtos de limpeza. Igualmente, um número expressivo de um único artigo como 10 apontadores. Em outras palavras, as quantidades devem ser definidas de acordo com o que será realizado no ano.

Outro ponto relevante é que as instituições não possuem o direito de exigirem materiais de marcas específicas. Portanto, cada um adquire o que está dentro de suas condições. Para esclarecer, relacionamos os itens escolares mais comuns. Contudo, vale destacar que o tipo de produto irá variar conforme a série do aluno.

Cadernos

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Artigo básico do volta às aulas de qualquer aluno, há cadernos de vários tipos, cada um com um formato ou propósito diferente. Eles são os grandes parceiros de qualquer estudante durante a vida escolar. Aqueles com páginas costuradas ou coladas à capa chamam-se caderno brochura

Por outro lado, tem aqueles em que as folhas são presas com o auxílio de um espiral (fio de molas). Esse tipo de encadernação permite a fixação de um número maior de folhas. É o caso do caderno universitário que é encontrado com 1, 10, 15 ou até 20 matérias. 

Ambos possuem folhas com pauta (linhas horizontais) que facilitam a escrita e apresentam capa com ilustrações de personagens de filmes ou desenhos famosos, figuras fofas e divertidas, estampas florais ou paisagens, com efeito de verniz, glitter ou hot-stamping. Ou seja, há opções para todos os gostos e idades.

Vamos abrir um parênteses para falar do fichário, uma opção semelhante ao caderno universitário, no entanto, que se destaca pela praticidade. Como é composto por um sistema manual de molas, possibilita que as folhas, adquiridas em blocos, sejam colocadas e retiradas a qualquer momento e na ordem que preferir. Dessa maneira, utiliza-se para acomodar uma ou várias matérias. 

Já o caderno de aritmética apresenta folhas quadriculadas e é utilizado para facilitar o aprendizado de operações matemáticas. É encontrado tanto no formato brochura quanto espiral. Para as aulas de educação artística, costuma-se solicitar o caderno de cartografia. Como possui páginas em branco, oferece a liberdade necessária para a criação de desenhos e pinturas.

Para que nenhuma informação importante da aula seja esquecida, tem-se o caderno para anotações. Costuma ser pequeno com folhas quadriculadas, pontilhadas, com ou sem pauta. Não ocupa muito espaço na mochila, então, é possível levá-lo para qualquer lugar.

Escrita

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Outro item que não pode faltar na volta às aulas são as canetas esferográficas. Fabricadas com uma minúscula esfera giratória na ponta (ballpoint) e tinta, normalmente, feita à base de óleo, garantem escrita uniforme sem o risco do pigmento passar para o outro lado da página. 

Conforme o modelo da caneta, a ponta varia, permitindo traços finos ou grossos. Além das cores clássicas – azul, preta e vermelha – há kits com tons vivos ou pastel, metalizadas e também retráteis que oferecem quatro cores em um único produto.  

O lápis preto também está entre os artigos essenciais, principalmente, no início da alfabetização. É com ele que os pequenos começam a escrever as primeiras letras. Inclusive, vale ressaltar que nem todo lápis é igual. 

Há os de formato redondo que são os mais comuns, mas também os sextavados – que não rolam facilmente pela superfície, impedindo quedas – e os triangulares, indicados para crianças, pois acomodam com conforto os dedos, evitando cansaço.

Com o crescimento e desenvolvimento da criança, a lapiseira, que é um produto mais delicado do que o lápis, passa a ser um novo integrante do estojo. Carregada com um bastão fino chamado grafite, agrada por permitir traços mais finos do que o lápis. Assim, além da escrita, utiliza-se para desenhar.

Para destacar palavras ou trechos importantes de um texto, o marca-texto é a alternativa mais eficiente e prática. Disponível em cores fluorescentes ou pastel, é um tipo de caneta hidrográfica com tinta translúcida que ressalta o conteúdo sem comprometer a sua visualização.

Por fim, temos os acessórios. No caso de desgaste ou quebra da ponta do lápis preto, o apontador é a solução. Errou ao escrever com o lápis? Tenha sempre uma borracha por perto. Por outro lado, se o deslize foi com caneta esferográfica, só apostar no corretivo.

Arte e pintura

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Esse é o departamento da imaginação e o produto a liderar é o lápis de cor. Assim como o lápis preto, há modelos de diferentes formatos (redondo, sextavado ou triangular) e composição. Os de cor pastel, por exemplo, permitem pinturas suaves e são excelentes para esfumar. Já os aquareláveis possuem um pigmento especial que, em contato com a água, proporcionam o efeito ”borrado”. 

Na lista de materiais, principalmente dos pequenos, raramente vai ficar de fora o giz de cera. Produzido a partir de uma mistura de cera, como a parafina, e pigmentos naturais ou sintéticos, é uma ferramenta muito eficiente tanto para escrever, desenhar ou colorir. 

Agora, vamos falar sobre um produto que é um queridinho: a caneta hidrográfica, também conhecida como canetinha, marca-texto, marcador permanente e hidrocor. Aqui, dá para perceber o quanto se trata de uma linha versátil e já se pode, portanto, prever um dilema: como escolher entre tantas opções de modelos e cores?

Diferente da esferográfica, a caneta hidrográfica é produzida à base de água e possui ponta de feltro cujo formato e diâmetro variam de um modelo para outro. A versão Brush Pen, a título de exemplo, apresenta ponta flexível e facilita tanto a criação de traços finos quanto grossos e ainda possibilita colorir. 

É comum fazer parte da lista de volta às aulas das crianças, a massa para modelar. Trata-se de um recurso para trabalhar a coordenação motora, concentração e criatividade dos pequenos. Ao mesmo tempo, é uma maneira divertida de promover o conhecimento sobre cores, formas e texturas, além de estimular a socialização.

Ainda sobre arte, você tem ideia de quantas obras podem ganhar vida com tesoura e cola? Inúmeras! Logo, não é difícil que esses itens apareçam no kit escolar. Afinal, são indispensáveis para a realização de diversas atividades educativas.

Papéis e pastas

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Uma lista de volta às aulas nunca está completa sem um pacote de papel sulfite. Usado para dar vida a trabalhos manuais como desenhos e pinturas, imprimir textos e fazer anotações, seu nome está relacionado ao sulfito de sódio, fórmula química presente em sua composição. 

Trata-se de uma folha lisa e porosa que apresenta excelente aderência à tinta de impressora, canetas, canetinhas assim como aos pigmentos do lápis preto e de cor. Encontra-se nas cores branca (tradicional), rosa, verde, amarela, azul e bege (versão reciclada). 

Outro tipo de folha habitualmente solicitada pelos professores é a de papel almaço. O nome vem de uma expressão do português antigo “papel a lo maço” que se refere à fabricação em grande quantidade. O almaço pode ter ou não pautas e margens; há ainda versões quadriculadas. É ideal para redações, provas, entre outros trabalhos escolares.

E qual a melhor forma de guardar todos esses papéis impedindo que amassem, molhem ou rasguem? Não tem modo mais simples do que em uma pasta. Pode ser com fechamento em elástico ou botão, feita de polipropileno, papel cartão ou ainda modelo catálogo com saquinhos plásticos. Seja qual for a escolha, os deveres ficarão muito bem protegidos.

Mochilas e lancheiras

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Para transportar todo material escolar com segurança é necessário providenciar uma mochila infantil ou mochila juvenil. É normal o impulso de adquirir o produto pelo visual. Quem resiste ao ver o personagem preferido estampado em um produto? Se já é uma missão difícil para os adultos, imagina para as crianças.

Entretanto, cabe aos pais avaliar a praticidade e, principalmente, o conforto oferecido pelo modelo, considerando a quantidade de itens levados diariamente de casa para a escola e da escola para casa. Tudo isso em prol da saúde física da criança ou adolescente.

Um quesito que deve ser analisado para proteger a coluna e evitar dores nos ombros e na cervical é a quantidade de carga. Segundo a Sociedade Brasileira de Ortopedia, o peso da mochila deve corresponder a 10% do peso da criança. Em outras palavras, se o pequeno pesa 40 kg, a mochila não deve ter mais de 4kg.

Se o volume de material for grande, optar pelas mochilas com rodinhas impedirá que o corpo sofra sobrecarga. Para garantir que tudo se mantenha organizado, compare a quantidade de divisórias e o que será guardado. No caso de lápis, lapiseiras, canetas, apontador e borrachas, armazene-os em um estojo escolar. Desse modo, não ficarão espalhados e será muito mais fácil encontrá-los quando necessário.

Por fim, aproveite para comprar também a lancheira. Os alimentos devem ser transportados separados do material escolar. Isso garante uma melhor conservação e impede, no caso de um imprevisto como o vazamento de líquido, que os itens sofram qualquer dano, gerando prejuízos.

Onde comprar material para a volta às aulas

Quando o assunto é compra de material escolar, a Kalunga é a maior referência. Isso porque reúne todos os itens em um único lugar, oferece ampla variedade de modelos e marcas e ainda tem promoções incríveis que favorecem o seu bolso. Confira!

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